terça-feira, 8 de abril de 2014

TOP TRIN: GATAS GOSTOSAS DOS GAMES

Que me desculpem as garotas que chegarem a ler esse artigo (e tem alguém que lê esse blog?), mas vamos admitir: videogames são feitos quase que exclusivamente pra homens. É só ver os estereótipos nos jogos: a essência da macheza nos personagens masculinos é ter uma metranca com munição infinita ou socar monstros até a morte. Já as beldades femininas têm alguns níveis de diferença: umas gostosas, outras são muito gostosas e mais da metade são absurdamente gostosas.

E 112% dos meninos já se apaixonaram por alguma gatinha virtual. Moleques dos anos 90 eram gamados pela Chun Li, depois vieram as minas com sutiãs bem recheados de Dead or Alive... ai ai ai!
Selecionei 20 garotas, e por motivos óbvios (hehehe). São pixels cheios de curvas, um prato cheio para os onanistas de plantão.

20º lugar: TYRIS FLARE – GOLDEN AXE
Golden Axe tinha 3 personagens pra escolher: Gilius, o anão; Ax, o bárbaro e Tyris, que pra quem não sabia era a irmã de Ax, não a mina dele. Com seu biquíni de metal, ela tem uma das maiores ancas dos games. Recentemente fizeram Golden Axe: Beast Rider, só que a beleza dela fica ofuscada pelas incontáveis gostosas dos games de hoje. A antigona reinava sozinha.


19º lugar: BLAZE FIELDING – STREETS OF RAGE
Blaze é mais uma daquelas personagens que todo mundo usa só porque é boazuda e tem uma combinação interessante: Voadora + Minissaia. Para os japoneses despudorados, sua calcinha aparece claramente a cada voo, só que na versão americana esse detalhe foi cortado.


18º lugar: JESSICA ALBERT – DRAGON QUEST
Akira Toriyama sempre nos presenteou com gostosas em Dragon Ball, mas em Dragon Quest elas transbordam. Jessica Albert já tem um decote de fazer nariz sangrar, mas ainda apela com as mudanças de roupa no jogo. Coelhinha, lingerie, biquíni... sinceramente nem lembro que armas ela usa no jogo. Bom, usa maria-chiquinha. E decote, biquíni, lingerie...


 17º lugar: PRINCESA DAPHNE – DRAGON’S LAIR

Até 1983, as mulheres nos games eram um bonequinho de pixels e enxergar uma mulher ali era difícil. Aí veio Dragon’s Lair, que mostrava um cavaleiro numa missão pra resgatar a princesa Daphne. Ela ficava presa numa bolha e dava dicas pro jogador de um jeito beeeeem provocante. Motivo mais do que convincente pra comprar 5 quilos de fichas.


16° lugar: VALERIA – SOUL CALIBUR
A loja de armas do jogo é onde você melhora seus equipamentos. Todo o dinheiro que você junta pode ser gasto lá e na loja de itens. Mas onde é que a gente vai? Na loja de armas, é claro. E muitas vezes. E por quê? Valeria é a dona da loja e te atende debruçada no balcão, com um decote que pode tapar toda a mercadoria da loja. Já comprou uma katana? Você vai comprar até o que não precisa, porque a cada compra ela debruça mais no balcão, fazendo toda a sua grana desaparecer. Que seja, simbora juntar mais grana pra voltar na loja...


15º lugar: POISON – FINAL FIGHT
Ora, ora, um cara no meio das gostosas? Hein, cuméquié? Poison é um dos inimigos normais que encontramos no primeiro Final Fight, chata pra caramba com suas piruetas. Quando saiu FF pro Super Nintendo, os produtores ficaram sem jeito de ter um jogo em que a gente podia socar a fuça de uma mina. A Capcom veio então com a idéia genial de que ela e a gêmea Roxy eram travecos.
Gênios. No Japão ela virou um travesti, mas nos EUA... ela e Roxy foram substituídas por homens! Hoje a Capcom tentou desfazer a merda e fez ela “voltar” a ser mulher. Mesmo com essa papagaiada toda ela continua sendo popular, chegando a aparecer em alguns Street Fighter e trocentos hentai, com ou sem um badalo no meio das pernas.


14º lugar: CYNTHIA - POKÉMON
 O sonho dos treinadores Pokémon é um só: vencer a Elite dos Quatro e seu campeão, se tornando o maior mestre Pokémon de todos. Mas aí veio Pokémon Diamond e Pearl e um sonho a mais veio na cabeça dos treinadores: encarar a campeã Cynthia de frente. Com seus “dotes” incríveis ela é uma adversária difícil, mas quem sabe oferecendo um sorvete pra ela (seu vício) a batalha não tenha um resultado feliz? Mamma mia, belo par de pokébolas, hein?


13° lugar: SALLY MAE – LARRY MAGNA CUM LAUDE
SEXO, SEXO, SEXO. É disso que trata esse jogo. Larry é um calouro na universidade e tenta se dar bem com as mulheres. Os estereótipos são vários (a caipira, a burra, a bêbada...) e temos algumas gostosinhas por aqui. Mas a mais fofura de todas é o nosso primeiro desafio: Sally Mae, uma garota do Sul fã de música country. Chapéu de cowboy, botas, camisa xadrez amarrada na cintura, o clichê de sempre. Mas o legal desse jogo é que nos famosos loadings de uma tela pra outra somos brindados com a versão de carne, osso e silicone das gatas. Nunca torcemos tanto pra um loading demorar...


12º lugar: LARA CROFT – TOMB RAIDER

A neta do Indiana Jones (brincadeira, viu?) começou sua gloriosa carreira nos games em 1996 e desde lá coleciona fãs. A roupa colada e o shortinho a fazem ser reconhecida até por quem não joga videogame. Não é vulgar como 90% das minas dessa lista, mas convenhamos... seus peitos ajudaram a vender seus jogos. E olha que eles pareciam pirâmides no início. Hoje em dia os gráficos permitem que Lara, depois de um mergulho, apareça lindamente molhada. Obrigado a quem escalou Angelina Jolie pra fazer o papel dela.


11º lugar: IROHA – SAMURAI SHODOWN

No início, Samurai Shodown tinha a Charlotte, que usava mais roupa que todos os outros personagens juntos e tinha uma cara de brava que botava medo. Só que depois os japas criaram uma personagem que é um dos tipos de submissas mais manjados: a empregadinha francesa. Ah, e bendito uniforme que não cabe naquele corpo...
E não podia me esquecer do Special Attack dela, onde ela fica NUAZINHA e vemos sua silhueta por trás do biombo.

http://www.youtube.com/watch?v=Vqb5z6Uczz8
Veja aqui o Especial com Iroha como veio ao mundo...mais ou menos.


10° lugar: PRINCESA PEACH – MARIO BROS.
Ela tem um visual que lembra as princesas da Disney, mas vai me dizer que ela não é uma tetéia? Afinal, Bowser não iria raptá-la a cada dois dias se ela fosse uma baranga. Até mesmo os jogos recentes estão deixando ela mais “totosa” do que antes. Peach tornou-se um ícone, talvez a “princesa-a-ser-resgatada” mais famosa do mundo, com a certeza de que debaixo daquele vestido todo existe uma princesa (bom, ela JÁ É uma princesa).



9º Lugar: SOPHITIA ALEXANDRA – SOUL CALIBUR

Soul Calibur. Lar de mulheres pra lá de exageradamente formosas. Mas confesso que uma das minhas preferidas não chega nem perto da abundância de Ivy ou Taki. Só que ela é uma DEUSA. Nos dois sentidos. Sophitia aparece em quase todos os jogos, e a cada um deles fica cada vez mais gostosa, com aquele rostinho angelical que contrasta com um corpaço, usando apenas um vestidinho que teima em não ser transparente.


8º lugar: KITANA - MORTAL KOMBAT

Kitana estreou usando um maiô sem-graça, mas que já era melhor do que as roupas que a Sonya usava. Ao longo do tempo, ela foi ganhando um visual mais sexy e talvez hoje seja a mulher preferida de MK. Poucas conseguem ser sensuais sem serem vulgares, e a Princesa de Edenia consegue fazer isso com muito estilo.


7º lugar: KASUMI -  DEAD OR ALIVE

Mais um jogo onde não dá pra escolher a mais gostosa com facilidade. Minha escolhida é Kasumi por que... porque sim. Talvez a carinha de anjo, talvez o panaro mais lindo dos games, sei lá. O que importa é que a ninja mais fofa dos games tá aqui.


6º lugar: CAMMY – STREET FIGHTER

Chun Li era a única mulher presente em Street Fighter por um bom tempo, virando o maior símbolo sexual dos videogames. Aí veio Super Street Fighter II: The New Challengers e fomos apresentados a Cammy. E o reinado de Chun Li ficou ameaçado. Magrinha, torneada, de maiô, com tranças e bingo... trocentos itens pra torná-la uma lutadora que não importava que estilo usava, só o fato daquelas pernas de 2 metros de gostosura revelarem mais do que deviam já bastava.


5º lugar: BONNE JENET – GAROU MARK OF THE WOLVES

Garou Mark of the Wolves é o nono e último jogo da série Fatal Fury e, quando foi anunciado, não trazia nem Mai Shiranui nem Blue Mary. E agora, jogadores-onanistas??? Aí vimos que tinha uma tal de Bonne Jenet, uma loirinha pirata pra lá de apetitosa. E pra matar os moleques do coração, ela curte caras jovenzinhos. Pronto, as fantasias sexuais de um monte de moleque de 14, 15 anos foram parar na estratosfera.


4º lugar: MORRIGAN - DARKSTALKERS
Morrigan é uma súcubo, um ser que se alimenta da energia vital dos homens através de uma bimbada (Uouiééésss).  Ela apareceu pela primeira vez em Darkstalkers, e logo virou a protagonista da série pela quantidade de fãs que conquistou. Se o conceito de súcubo já é sexual, imagina isso posto em videogames? Apesar de ser uma “demônia”, Morrigan não sabe diferenciar o bem do mal, apenas luta pra conseguir se “alimentar”. O corpo escultural fez da personagem um sucesso até mesmo entre as mulheres, já que seu cosplay é um dos mais vistos por aí. Será que a “fome” da Morrigan também faz parte da fantasia??


3º lugar: DIXIE CLEMETS – RUMBLE ROSES
Rumble Roses é o famoso “jogo-de-luta-livre-de-mulher”, com uma jogabilidade porcaria, mas que é deixado logo de lado e a alegria que dá quando você consegue aplicar um Humiliation Move e ver “as partes” das garotas é fenomenal. Fora as poucas roupas nas lutas normais, o jogo ainda tem o modo "luta na lama" (wowwwww), com as meninas tentando caber em pequenos biquínis. As lutadoras são as inacreditáveis gostosas de sempre, mas com diferenças mais visíveis entre elas. Temos a japonesinha pequenininha, a enfermeira cavalona, entre outras. E Dixie, a vaqueira volumosa tanto na frente quanto atrás. Ao terminar o jogo, você destrava versões “malvadas” das personagens. No caso de Dixie, é a policial Sgt. Clemets, vestida em couro preto. Mas nada como ela vestida como vaquinha. Eita nóis...


2º lugar: TIFA LOCKHART - FINAL FANTASY

Final Fantasy VII é um dos melhores jogos da história, e Tifa se destacou como musa com certa facilidade. De atributos avantajados e com uma beleza incrível, ela é prova de que os programadores eram virgens despudorados que despejaram nela todos os seus desejos sexuais. Perfeição absurda!


1º lugar: MAI SHIRANUI – FATAL FURY / KING OF FIGHTERS
Falar sobre Mai Shiranui é difícil, pois não dá pra teclar 3 palavras seguidas sem ficar admirando suas imagens. Aquele famoso balanço dos seus peitos me hipnotizam desde Fatal Fury 2. E sim, eu morro de inveja do Andy Bogard, aquele frouxo boiola que não cai matando em cima dela.
E a razão para Mai ser tão “insinuante” é que ela é a representação perfeita de uma kunoichi, as mulheres ninja. Elas não aprendiam a lutar como os homens, ao invés disso usavam a sedução pra se aproximar do inimigo e executá-los. E aquele decote é capaz de executar um exército inteiro. Motivo mais do que justo pra ela estar em primeiro lugar nessa lista.


Pra finalizar, volto a dizer: sei que ficaram de fora uma centena de boazudas, mas a lista é minha e não tô nem aí pra vocês. Quer dizer, tô sim, porque com certeza mais dessas listas aparecerão por aqui. E suas sugestões são mais do que bem-vindas.


See ya later...

quinta-feira, 3 de abril de 2014

ESQUADRÃO CLASSE A

Muitos seriados dos anos 80 conquistaram sucesso e uma legião de fãs no Brasil. Um dos mais queridos até hoje continua sendo o Esquadrão Classe A, que estreou por aqui através do SBT, nas noites de sexta-feira.
Cara-de-Pau, Hannibal Smith, "Louco Furioso" Murdoch e B. A.
Uma produção de uma das duplas mais bem sucedidas em matéria de seriados, Stephen J. Cannel e Frank Lupo, contava com bom humor as aventuras de quatro ex-soldados do Vietnã, "acusados de um crime que não cometeram". Estreou em 1983 e durou 5 temporadas.
Tim Dunigan, o Cara-de-Pau do episódio piloto. E só...
No início o bicho pegou entre o canal Network e o escritor Cannel. Ele queria George Peppard para o papel de John Hannibal Smith, mas a Network não queria de jeito nenhum, pois ele tinha um histórico de bebedeiras e confusões nos bastidores, mas acabou ficando com o papel. Dirk Bennedict foi outro que gerou discussão. Ele era a primeira escolha de Cannel para o papel de Cara-de-Pau, mas a Network não queria e pronto. No episódio piloto o papel ficou com Tim Dunigan, que foi tão inexpressivo que ficou moleza pra Cannel convencer a Network a aceitar Bennedict pro papel. Mais um que quase roda foi Dwight Schultz, o xarope Murdoch. A Network não gostou da sua atuação histérica no episódio piloto e pediu que o personagem tivesse participação diminuída até ser retirado da série no futuro. Mas o público adorou o personagem e os roteiros tiveram que ser reescritos pra encaixar Murdoch novamente.
Melinda Culea entre os rapazes. Feminilidade que não funcionou na série.
Com isso, o elenco principal foi definido, com um grande entrosamento entre os atores. Somente os coadjuvantes é que nunca vingavam, especialmente as mulheres. Melinda Culea foi a primeira, sendo colocada no roteiro pra dar um pouco mais de feminilidade à série, o que acabou não funcionando. Intrigas nos bastidores fizeram a equipe inteira pedir a Cannel a saída dela do elenco. Outras atrizes entravam e saíam mais rápido ainda. Dizem que é porque Cannel nunca soube escrever papéis femininos.
John "Hannibal" Smith era o coronel que comandava o pelotão que explodiu "sem querer querendo" um banco de Hanói. Cínico e inteligente, era o cara que bolava os planos. Templeton "Cara-de-Pau" Peck era o garanhão da turma. Se a equipe precisava de material para as missões, era ele quem conseguia tudo, na maior cara-de-pau. B.A. era o principal responsável pelas engenhocas que o pessoal tinha que construir. Quase sempre de mau-humor, preferia resolver tudo na porrada, se irritando com os planos de Hannibal. Mas sempre fazia tudo pelo grupo (menos, é claro, andar de avião). Murdoch era o piloto do Esquadrão na Guerra do Vietnã e foi considerado maluco depois da guerra, mas seus amigos sempre davam um jeito de tirá-lo do hospício quando precisavam.
O furgão preto da equipe, legal pra caramba.

O quarteto original com os novos personagens na última temporada.
A 5ª temporada teve mudanças no roteiro que fizeram esta ser a temporada mais criticada. Murdoch ficou curado, tirando boa parte das seqüências engraçadas. O grupo não agia mais por conta própria, mas pra um sujeito misterioso chamado Stockwell. O quarteto virou quinteto com a entrada do ator Eddie Velez, pois acreditavam que a série precisava de um sex-simbol. Tudo isso desagradou os fãs, tirando audiência e decretando o fim da série em 1987.
O Esquadrão Classe A da tela grande
A produção de um filme estava cogitada desde os anos 90, passando por várias mãos, mas sem ser aprovada. Cannel tinha até um elenco estelar em mente: Mel Gibson (Hannibal), Tom Cruise (Cara-de-Pau), Jim Carrey (Murdoch) e Ving Rhames (B.A.). Mas isso não vingou...
Somente em 2010 chegou aos cinemas o filme Esquadrão Classe A (The A-Team), com Cannel como produtor e consultor criativo do projeto. No elenco, Liam Neeson (Hannibal), Bradley Cooper (Cara-de-Pau), Quinton "Rampage" Jackson (B.A.) e Sharlto Copley (Murdoch). O filme teve sucesso mediano, mas serviu pra matar as saudades da série. Principalmente deste humilde blogueiro que teve a caixa com os bonecos quando pequeno, mas que hoje só mantém o B.A. na coleção.
Minha única frustração com essa caixa é que não tinha o furgão...
Como dizia o Coronel Hannibal: "Adoro quando um plano dá certo!". E como eu digo: SEE YA LATER...

terça-feira, 1 de abril de 2014

DOSSIÊ SEXTA-FEIRA 13 - PRIMEIRA FATIA

Todo mundo que me conhece sabe: Jason Voorhees é meu ídolo maior. Mesmo com os filmes ruins, de produções capengas e atuações ridículas, seus filmes sempre conseguem me fazer parar pra assistí-los. A qualidade das seqüências sempre foi piorando, culpa do sucesso do próprio personagem, que alimentava a ganância de produtores que não queriam saber da qualidade dos filmes, se o filme rendesse (e rendia muito) tava bom.

Sempre ouço ou leio que os filmes da série entram no time das piores coisas já produzidas no cinema. Discordo e concordo. Já assisti a filmes consagrados com Oscars serem mais chatos do que dançar com a própria irmã. Pelo meu gosto filmal (ué, Música=musical; Filme=filmal), produções como Sexta-Feira 13 ou algo pior às vezes são tão legais quanto ver um Poderoso Chefão ou Laranja Mecânica. Longe de mim comparar com esses gigantes do cinema, mas filmes não são assim? 1:30hs ou 2 horas de entretenimento simples, que gera discussão, debate...E mesmo filmes como “os do Jason” fazem isso, mesmo sendo as “bombas” que são.
O azar da série é que foi  produzido nos anos 80, onde filmes desse gênero sempre passavam por um diretor pior que o outro. Nessa turma, só o primeiro Halloween (John Carpenter) e o primeiro Hora do Pesadelo (Wes Craven) é que tiveram alguém que prestasse na direção.
Já o papinho “Cópia do Halloween” não funciona. Num momento em que cópias de filmes apareciam a cada semana, permanecer um ícone por mais de 30 anos quer dizer alguma coisa. E me digam qual Halloween prestou além do primeiro?
A história conta que a mãe de Jason, Pamela Voorhees, era cozinheira no Acampamento Crystal Lake em 1957. Seu pimpolho Jason era retardado e deformado e, certo dia, caiu no lago. Um casal de monitores estava no bem-bom enquanto o garoto se afogava.
No ano seguinte, um casal de monitores estava no bem-bom e foi assassinado (seria o mesmo do ano anterior?).
A turminha pronta pra ser fatiada.
Foi aí que começou a Lenda do Jason ou do Acampamento Sangrento. O local foi incendiado em 1961 e, na véspera da reabertura em 1962, a água do lago apareceu contaminada. Isso fez o acampamento ficar fechado até 1979, quando Steve Christie quis reabrir o local, chamando uma galera pra ajudar na reforma. 
Sim: Marcie fica mais linda com um machado no rosto.
Olhaí pra quem não sabia: Kevin Bacon se fingindo de morto.
Só que o pessoal vai sendo eliminado um por um, até que no final aparece a simpática Sra. Voorhees, que conta a triste história de seu pimpolho, inclusive que naquele dia seria seu aniversário, uma sexta-feira 13, daí o nome da série (Ah, é???).
A mamãe protetora que todos gostaríamos de ter.
Em seguida ela se revela a assassina do filme (ah, tá, vai me dizer que não sabia???), só que não contava que, depois de ter matado todos os monitores e o próprio Steve Christie, seria decapitada por Alice, a mocinha sobrevivente.
Falha nossa: mãos de homem na Sra. Voorhees.
Bom, depois que mata a Mamãe Voorhees, Alice aparece numa canoa pra tomar um baita susto com Jason pulando em cima dela. Era o famoso “último susto” do filme. Maaaaaaaas os produtores, obviamente visando o lucro de uma sequência, inventaram de usar o tal do garoto afogado como bicho-papão do novo filme.
Mini Jason dando as caras.
E deu no que deu: uma das caras (ou máscaras?) mais conhecidas da história do cinema. Essa primeira matança foi mostrada em "Sexta-feira 13", de 1980.
Já em SF 13 Parte II somos apresentados a um novo assassino misterioso. Uma das cagadas do filme é feita logo no começo. Jason, que passou a vida inteira na floresta, anda calmamente por uma cidade até a casa de Alice, a sobrevivente do primeiro filme e assassina de sua mãe. Como ele achou a casa? Seguiu a loirinha depois que acabou o primeiro filme?
Enfim, depois de matá-la com um picador de gelo, sua vingança estaria encerrada, certo? Mas assim o filme teria 5 minutos e o mundo seria privado de nosso querido assassino. Então, o negócio engrossa também pro pessoal que invade seu território.

E não é que tinha uma corinthiana na turma?
Paul Holt resolve investir em uma colônia de férias. Não era Crystal Lake, mas ficava pertinho, tanto que no início do filme um casal de monitores resolve fuçar nas proximidades do “Acampamento Sangrento”. 
Paul e a lenda do Jason na fogueira.
A Lenda de Jason, contada por Paul aos jovens, diz que ele viu sua mãe ser decapitada há 5 anos, e que desde então espera por vingança. Ninguém sabe como ele sobreviveu ao afogamento, mas Ginny, namoradinha de Paul, tem a teoria de que ele vive na floresta, um adulto demente que só teve contato com a mãe. E não é que ela estava certa?
Ele vive em um barraco no meio do mato e, provavelmente, ainda é um ser humano normal, pois ele tem até privada. Num quartinho especial, ela guarda a cabeça da mamãe.
Em sua estréia no cinema Jason não usa a famosa máscara de hóquei, mas um saco de pano amarrado na cabeça, com um buraco pra enxergar (pois ele só enxerga do olho esquerdo). 
Hããã... o facão não tá ao contrário??
No fim, depois de acabar com um montão de jovens (até mesmo um paralítico), Jason leva uma bela facãozada de Ginny, que veste a blusa de sua mãe e o faz pensar que ela voltou. Aqui também temos o “último susto” do filme, com Jason pulando através da janela sobre Ginny. Dá pra ver seu rosto deformado, com barba e cabelos compridos.
Susto inesperado no fim do filme. Já vi isso antes...

Continuo o assunto em breve. Aguardem e confiem. See ya later...